Saneamento

Não basta ter água, é preciso que ela seja limpa. O Brasil se caracteriza por ter um baixo índice de tratamento de esgoto, acarretando em grandes riscos à população.

As concessionárias de esgoto públicas e privadas são as responsáveis pelo tratamento do esgoto sanitário gerado em nossas residências e estabelecimentos comerciais. Porém, nem todo o esgoto gerado é coletado e tratado.

Segundo dados divulgados em 2018 pelo Instituto Trata Brasil, apenas 45% do esgoto gerado no país passa por tratamento, nas chamadas ETE’s (estações de tratamento de esgoto). O restante é destinado para caixas de gordura, fossas sépticas, filtros e sumidouros, os quais se caracterizam por serem sistemas ineficientes, ou ainda, são despejados de forma irregular e criminosa nos corpos d’água.

Independentemente do destino final dos esgotos, a Millenniun Tecnologia Ambiental possui soluções biotecnológicas capazes de auxiliar no tratamento dos poluentes existentes nos mesmos. Com redução dos compostos orgânicos e dos maus odores, proporciona o aumento da eficiência de tratamento dos sistemas, diminuindo custos operacionais e adequando os parâmetros exigidos pelos órgãos regulamentadores para o lançamento dos esgotos tratados nos corpos receptores permitidos.

Adequação de parâmetros

Os sistemas de tratamento subdimensionados e/ou com problemas operacionais podem não reduzir a concentração necessária de carga orgânica, comprometendo a qualidade do esgoto a ser descartado.

Redução de lodo orgânico

As lagoas de estabilização são sistemas de tratamento ultrapassados, mas muitas delas ainda se encontram em operação. Dessa forma, necessitam de manutenção, realizada por meio da redução do lodo sedimentado em seu interior.

Start up

Plantas modernas de tratamento de esgoto já estão sendo projetadas com sistemas aeróbios, os quais necessitam de partidas, ou seja, start up, para iniciar a formação do lodo biológico aeróbio.

Manutenção de redes de esgoto

Devido ao grande acúmulo de resíduos, principalmente de gorduras geradas pelos estabelecimentos comerciais alimentícios das cidades, essas redes acabam ficando saturadas e vindo a transbordar, acarretando um grande inconveniente à população e às próprias concessionárias.

Aterros sanitários

Os resíduos sólidos urbanos (RSUs) gerados pelas cidades são enviados para aterros sanitários para sua disposição final, gerando como subproduto o chorume, que é caracterizado por possuir grande concentração de matéria orgânica e nitrogenada, um efluente de difícil tratamento, ou seja, com baixa biodegradabilidade, necessitando de um sistema de tratamento robusto e eficiente para a adequação de sua qualidade e lançamento nos corpos d’água permitidos.

Limpeza de vias públicas

Em todas as cidades há a geração de resíduos sanitários, principalmente em grandes centros urbanos que movimentam um grande fluxo de pessoas. Mesmo quando em locais chamados de apropriados, como os banheiros móveis, geram um passivo sanitário que precisa ser tratado.

Biorremediação de corpos d'água

Devido ao baixo índice de redes de esgoto e de tratamento no Brasil, os corpos d´água existentes acabam recebendo uma grande parcela de esgoto in natura, prejudicando sua qualidade e, consequentemente, impossibilitando-os de serem utilizados como fonte de abastecimento de água potável para a população.